Make your own free website on Tripod.com

Os Invisuais

William Dobelle e Louis Braille

Os invisuais
O Olho Humano
Causas e Consequências
Doenças e anomalias
Conselhos
Capacidade do Olho Humano
William Dobelle e Louis Braille
Glossário

Nesta página consta o estudo e a experiência levada a cabo por William Dobelle que tentou conceber um olho artificial para facilitar a vida dos invisuais:

William Dobelle

O médico William Dobelle, director do instituto Dobelle, de Nova York, desenvolveu o primeiro olho artificial que permitia ver através do estímulo direito do córtex cerebral.

Estudos mostram que é pouco provável que o sistema sirva para as pessoas nascidas cegas, porque, nesses casos, o cérebro nunca aprendera a ver.

Um voluntário de 62 anos, cego há 26, foi usado para os primeiros testes. No alto do crânio do homem tem um buraco de 5 milímetros de diâmetro no qual foi encaixado o terminal com os fios que descem até os eléctrodos. O cabo conecta o cérebro com uma caixa que o voluntário leva na cintura, em que há dois computadores. O primeiro envia sinais ao cérebro e o segundo recebe sinais de uma micro câmara colocada no lado direito dos óculos. No lado esquerdo há um sensor de laser que serve para medir a distância e a posição dos objectos. A imagem da câmara é traduzida em sinais que estimulam os neurónios do córtex visual. A imagem produzida não parece ser clara, porém faz muita diferença para quem não via nada.

Apesar disto, não se sabe ao certo se esta ideia foi levada para à frente, ou se foi mais um projecto que não passou dos testes.

Louis Braille

Braille, é um alfabeto que foi inventado por Louis Braille, em 1829, concebido para pessoas invisuais e com características que permitem aos mesmos distinguirem as letras. L. Braille perdeu a visão aos três anos. Quatro anos depois, ele ingressou no Instituto de Cegos de Paris. Em 1827, então com dezoito anos, tornou-se professor desse instituto. Ao ouvir falar de um sistema de pontos e buracos inventado por um oficial para ler mensagens durante a noite em lugares onde seria perigoso acender a luz, L. Braille fez algumas adaptações no sistema de pontos em relevo.
O sistema Braille é um alfabeto convencional cujos caracteres se indicam por pontos em relevo, o deficiente visual distingue por meio do tacto. A partir dos seis pontos salientes, é possível fazer 63 combinações que podem representar letras simples e acentuadas, pontuações, algarismos, sinais algébricos e notas musicais.
Louis Braille morreu de tuberculose, em 1852, no mesmo ano em que este sistema foi adoptado na Europa e América.
 

braille.gif

8ºB, Escola Básica e Secundária de Santa Cruz, Madeira, 2007